BOLSAS QUE GIRAM
Uma dor incontida de felicidade,
Modulada pelo instinto maternal,
Ressoa como brisa pelo hospital,
Em convulsões de sensibilidade.
Eis que se ouve um choro diferente,
Desses que derretem toda a gente.
O pai, anestesiado por rara emoção,
Transborda-se de orgulho e gratidão.
À medida que o bebê se desenvolve,
O encantamento primitivo se dissolve.
O que era fonte inesgotável de carinho
Agora parece fardo atolando o caminho.
A televisão aberta erotiza a criança.
Escolas indignas disciplinam seu lazer.
Falsas igrejas amedrontam sua mente.
E a família, poeta? Ocupada, ausente.
Ninguém prioriza este frágil e afetuoso ser,
Que logo tem que se virar para sobreviver.
Pode tanto se tornar aprendiz de traficante,
Como se converter em prostituta iniciante.
Vivemos um mundo de valores invertidos,
Heróis esquecidos e sistemas corrompidos.
Parimos uma sociedade doente, egoísta e crua,
Que tolera cegamente crianças no meio da rua.
Enquanto as bolsas de valores despencam
E os megacapitalistas entram em desespero,
Atormentados pelos fantasmas da recessão,
Crianças excluídas continuam em depressão,
Pois diferentemente dos cassinos financeiros,
Seus índices reais de miséria pouco oscilam.
Bem-vindo às dinâmicas da infância pobre,
Onde outras bolsas giram, precocemente.
Ali, as elites dolarizam a alma, impunemente;
Já aqui, vende-se um corpo que mal se cobre.
Como está a taxa da sensibilidade social?
Essa resposta não interessa aos noticiários!
Reflitamos com estes versos revolucionários
E socorramos a infância deste crônico mal...
( POETA DO SOCIAL )
Em Homenagem ao Dia das Crianças em 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
POESIAS ESPECIAIS: Vote Consciente
VOTE CONSCIENTE
Entre uma eleição bianual e outra
Existe intensa negociação política
Pois a cidadania se atualiza a cada dia
Do contrário, vira letra morta, paralítica
A política não é monopólio das elites
A periferia também pode dar palpites
Vote com independência e coerência
Por uma cidade mais justa e decente
Sem miséria, corrupção nem violência
Consulte sua razão e vote consciente
É muito fácil abaixar a cabeça
E fingir que tudo está perdido
Faça como o Sol: amanheça
Sempre com brilho renascido
Não sejam marionetes de proselitismo
Transforme seu idealismo em realismo
Uma potência alegre, pacífica e criativa
Está em ebulição e evolução incessante
Mas sua participação coletiva é decisiva
Para nosso Brasil ter um futuro brilhante
Encaminhe sem burocracia essa poesia
E salve os (e)leitores dessa triste apatia
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem às Eleições Municipais de 2008
Entre uma eleição bianual e outra
Existe intensa negociação política
Pois a cidadania se atualiza a cada dia
Do contrário, vira letra morta, paralítica
A política não é monopólio das elites
A periferia também pode dar palpites
Vote com independência e coerência
Por uma cidade mais justa e decente
Sem miséria, corrupção nem violência
Consulte sua razão e vote consciente
É muito fácil abaixar a cabeça
E fingir que tudo está perdido
Faça como o Sol: amanheça
Sempre com brilho renascido
Não sejam marionetes de proselitismo
Transforme seu idealismo em realismo
Uma potência alegre, pacífica e criativa
Está em ebulição e evolução incessante
Mas sua participação coletiva é decisiva
Para nosso Brasil ter um futuro brilhante
Encaminhe sem burocracia essa poesia
E salve os (e)leitores dessa triste apatia
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem às Eleições Municipais de 2008
Marcadores:
Poesias Especiais
POESIAS ESPECIAIS: Estalar de Dedos
ESTALAR DE DEDOS
Por trás do olhar sóbrio e do sorriso contido,
Há homens que deixam o mundo comovido.
Deus se orgulha quando chamado por teu nome,
Cujo espírito de amor também nunca some.
Poderá faltar emprego, teto e até mesmo o pão,
Mas a coragem de lutar ninguém tira do coração.
Emaranhando-se aos trancos e barrancos,
Alguns cabelos partem, outros ficam brancos,
Porém, alguns centímetros abaixo, tua mente
Continua ganhando sabedoria vasta e crescente.
Perto ou longe, silencioso ou eloqüente,
O farol do teu exemplo pulsa forte no horizonte.
Graças aos teus incentivos de educação,
Adquirimos a honra de exercer uma profissão.
Quantas vezes me refugiei em teus braços,
Esperando o medo passar, de pés descalços?
Não importa caso tenha tido poucos brinquedos,
Mesmo quando ofertados com mil descontos,
Mas sim quantas brincadeiras inventamos juntos,
Criando qualquer herói num estalar de dedos.
Tropeços existem e às vezes o filho cai,
Mas a queda é amortecida no colo do pai.
Antes de acabar o estoque de inspiração,
Poetizamos aqui nossos votos de gratidão,
Ainda em tempo de confessar um segredo:
Sem tua presença, a infância perde o enredo!
( POETA DO SOCIAL )
Em Homenagem ao Dia dos Pais em 2008
Por trás do olhar sóbrio e do sorriso contido,
Há homens que deixam o mundo comovido.
Deus se orgulha quando chamado por teu nome,
Cujo espírito de amor também nunca some.
Poderá faltar emprego, teto e até mesmo o pão,
Mas a coragem de lutar ninguém tira do coração.
Emaranhando-se aos trancos e barrancos,
Alguns cabelos partem, outros ficam brancos,
Porém, alguns centímetros abaixo, tua mente
Continua ganhando sabedoria vasta e crescente.
Perto ou longe, silencioso ou eloqüente,
O farol do teu exemplo pulsa forte no horizonte.
Graças aos teus incentivos de educação,
Adquirimos a honra de exercer uma profissão.
Quantas vezes me refugiei em teus braços,
Esperando o medo passar, de pés descalços?
Não importa caso tenha tido poucos brinquedos,
Mesmo quando ofertados com mil descontos,
Mas sim quantas brincadeiras inventamos juntos,
Criando qualquer herói num estalar de dedos.
Tropeços existem e às vezes o filho cai,
Mas a queda é amortecida no colo do pai.
Antes de acabar o estoque de inspiração,
Poetizamos aqui nossos votos de gratidão,
Ainda em tempo de confessar um segredo:
Sem tua presença, a infância perde o enredo!
( POETA DO SOCIAL )
Em Homenagem ao Dia dos Pais em 2008
Marcadores:
Poesias Especiais
POESIA ESPECIAL: Versos e Reversos da Essência Feminina
VERSOS E REVERSOS DA ESSÊNCIA FEMININA
Quantos homens te enganaram?
Quantos filhos te esqueceram?
Quantas eleições te excluíram?
Quantos chefes te exploraram?
Quantas civilizações negaram a tua essência divina?
Quantas opressões destruíram teus sonhos de menina?
Quantas propagandas deturparam a imagem feminina?
Quantos movimentos reverterão essa catastrófica sina?
Tu não precisas rimar para exalar as mais sensíveis poesias
Tu não precisas gritar para evocar autoridade ética e moral
Tu não precisas ter asas para encarnar identidade angelical
Tu não precisas subir ao céu para imitar o Sol e as estrelas
Mulher negra, teu suor derramado te engrandeceu
Mulher índia, teu sangue sacrificado te enobreceu
Mulher branca, tua lágrima reprimida te emancipou
Mulher colorida, tua mistura étnica te universalizou
Mulher camponesa, tuas mãos calejadas viraram rosas
Mulher operária, tuas greves heróicas plantaram ideais
Mulher religiosa, teu fervor infinitizou os limites da fé
Mulher revolucionária, tua luta democratizou a justiça
Mulher afegã, mulher iraquiana, teus algozes
Apenas mudaram de endereço, de continente
Mulher judia, mulher palestina, historicamente
Atada aos grilhões de uma rivalidade assassina
Mulher valente, altaneira, polivalente, guerreira
Que labuta em mil batentes, trincheiras, direções
Mulher maravilha, sereia, cigana, fada, feiticeira
Que hipnotiza os instintos e domestica as paixões
Mesmo quando teu semblante se dilui nas maquiagens
Tua beleza continua intacta, deslumbrante e imperdível
Às vezes teu corpo acaba sendo cotado e comercializado
Mas o mundo, este sim, é bem mais culpado e prostituído
A natureza não imita a arte, mas as mulheres
Tu és uma obra-prima de incalculável grandeza
Tua magia pulsa em todas geometrias e latitudes
Até na química da cozinha e na dança da biologia
Tua mente intuitiva destrona encardidas certezas
Tua barriga ampliada é o berço de inéditas vidas
Produzindo e reproduzindo doçuras e delicadezas
Dissolvendo lógicas amarguradas e outras feridas
Antes que o espaço nos separe e tudo se desvaneça... beija-nos
Com teu amor, tua ternura, tua procura, tua cura, teu esplendor
Antes que o tempo nos esqueça e tudo desapareça... abraça-nos
Em tua virtude, tua lição, tua comunhão, tua missão, tua atitude
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem ao Dia da Mulher em 2008
Quantos homens te enganaram?
Quantos filhos te esqueceram?
Quantas eleições te excluíram?
Quantos chefes te exploraram?
Quantas civilizações negaram a tua essência divina?
Quantas opressões destruíram teus sonhos de menina?
Quantas propagandas deturparam a imagem feminina?
Quantos movimentos reverterão essa catastrófica sina?
Tu não precisas rimar para exalar as mais sensíveis poesias
Tu não precisas gritar para evocar autoridade ética e moral
Tu não precisas ter asas para encarnar identidade angelical
Tu não precisas subir ao céu para imitar o Sol e as estrelas
Mulher negra, teu suor derramado te engrandeceu
Mulher índia, teu sangue sacrificado te enobreceu
Mulher branca, tua lágrima reprimida te emancipou
Mulher colorida, tua mistura étnica te universalizou
Mulher camponesa, tuas mãos calejadas viraram rosas
Mulher operária, tuas greves heróicas plantaram ideais
Mulher religiosa, teu fervor infinitizou os limites da fé
Mulher revolucionária, tua luta democratizou a justiça
Mulher afegã, mulher iraquiana, teus algozes
Apenas mudaram de endereço, de continente
Mulher judia, mulher palestina, historicamente
Atada aos grilhões de uma rivalidade assassina
Mulher valente, altaneira, polivalente, guerreira
Que labuta em mil batentes, trincheiras, direções
Mulher maravilha, sereia, cigana, fada, feiticeira
Que hipnotiza os instintos e domestica as paixões
Mesmo quando teu semblante se dilui nas maquiagens
Tua beleza continua intacta, deslumbrante e imperdível
Às vezes teu corpo acaba sendo cotado e comercializado
Mas o mundo, este sim, é bem mais culpado e prostituído
A natureza não imita a arte, mas as mulheres
Tu és uma obra-prima de incalculável grandeza
Tua magia pulsa em todas geometrias e latitudes
Até na química da cozinha e na dança da biologia
Tua mente intuitiva destrona encardidas certezas
Tua barriga ampliada é o berço de inéditas vidas
Produzindo e reproduzindo doçuras e delicadezas
Dissolvendo lógicas amarguradas e outras feridas
Antes que o espaço nos separe e tudo se desvaneça... beija-nos
Com teu amor, tua ternura, tua procura, tua cura, teu esplendor
Antes que o tempo nos esqueça e tudo desapareça... abraça-nos
Em tua virtude, tua lição, tua comunhão, tua missão, tua atitude
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem ao Dia da Mulher em 2008
Marcadores:
Movimento de Mulheres,
Poesias Especiais
POESIAS ESPECIAIS: Irmãos de Utopia
IRMÃOS DE UTOPIA
Novo ano. Novas oportunidades. Novos desafios.
A arquitetura do sorriso adquire novos contornos.
O patrimônio da alma contabiliza novos tesouros.
O arco-íris do olhar metaboliza novas cintilações.
O espetáculo da existência ganha novas exibições.
Novos ciclos. Novas perspectivas. Novos cenários.
Continue aprendendo a ser íntegro, verdadeiro.
Ame, viva, pense, sinta... desde que por inteiro.
Seja o piloto do seu destino, e não um passageiro.
Não tenha medo de ousar, inovar, de ser pioneiro.
Todo mundo tem o direito espontâneo de sonhar,
Mas para muitos o cotidiano é quase um pesadelo.
A sobrevivência diária é caos, sacrifício, atropelo.
A poesia tem o dever artístico de reagir, protestar.
A revolução mais legítima, sustentável e potente
É aquela que se desencadeia no interior da gente.
Podemos ser um pouco melhores a cada instante,
Sem esquecer que toda árvore um dia foi semente.
O progresso não gira em torno de egos e vaidades.
Mudanças evoluem à luz de exemplos e verdades.
Não permita que o excesso obsessivo de egoísmo
Transforme a tua ambição em fonte de terrorismo.
Não importa o partido, religião, ideologia ou seita,
Mas lembre-se: a miséria é uma absurda anomalia.
A África, por exemplo, também é parte do planeta.
Cada habitante africano é igualmente nosso irmão;
Se não o são de sangue, o são certamente de utopia.
Nesse clima de reflexão, me despeço com gratidão.
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem ao Natal/Reveillon de 2007-2008
Novo ano. Novas oportunidades. Novos desafios.
A arquitetura do sorriso adquire novos contornos.
O patrimônio da alma contabiliza novos tesouros.
O arco-íris do olhar metaboliza novas cintilações.
O espetáculo da existência ganha novas exibições.
Novos ciclos. Novas perspectivas. Novos cenários.
Continue aprendendo a ser íntegro, verdadeiro.
Ame, viva, pense, sinta... desde que por inteiro.
Seja o piloto do seu destino, e não um passageiro.
Não tenha medo de ousar, inovar, de ser pioneiro.
Todo mundo tem o direito espontâneo de sonhar,
Mas para muitos o cotidiano é quase um pesadelo.
A sobrevivência diária é caos, sacrifício, atropelo.
A poesia tem o dever artístico de reagir, protestar.
A revolução mais legítima, sustentável e potente
É aquela que se desencadeia no interior da gente.
Podemos ser um pouco melhores a cada instante,
Sem esquecer que toda árvore um dia foi semente.
O progresso não gira em torno de egos e vaidades.
Mudanças evoluem à luz de exemplos e verdades.
Não permita que o excesso obsessivo de egoísmo
Transforme a tua ambição em fonte de terrorismo.
Não importa o partido, religião, ideologia ou seita,
Mas lembre-se: a miséria é uma absurda anomalia.
A África, por exemplo, também é parte do planeta.
Cada habitante africano é igualmente nosso irmão;
Se não o são de sangue, o são certamente de utopia.
Nesse clima de reflexão, me despeço com gratidão.
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem ao Natal/Reveillon de 2007-2008
Marcadores:
Poesias Especiais
POESIA ESPECIAL: Sem Você Mulher
SEM VOCÊ MULHER
O arco-íris não tem cor.
O mundo não tem beleza.
O idealismo não tem amor.
A felicidade não tem certeza.
O sorriso não tem graça.
O olhar não tem musicalidade.
A natureza sequer tem vaidade.
A arte se embaça e se despedaça.
O sonho não tem poesia.
A sensibilidade fica cega.
A paixão não tem entrega.
Ao universo falta harmonia.
A lágrima não tem fluidez.
O desabafo não tem leveza.
A tristeza não tem limpidez.
A alegria some na correnteza.
A vida jamais seduz.
A rotina não tem surpresa.
A morte fica carente de luz.
O infinito perde sua grandeza.
O inferno não tem conserto.
O paraíso não tem endereço.
A solidão avança sem desfecho.
O coração se cansa, de rarefeito.
Nada tem consolo e sossego.
Nenhuma virtude tem espelho.
Tudo é descompasso e atropelo.
A alma adoece e envelhece cedo.
A utopia treme de medo.
O vício se enche de pecado.
O milagre se despe de segredo.
Eu nunca sinto Deus ao meu lado.
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem ao Dia da Mulher em 2007
O arco-íris não tem cor.
O mundo não tem beleza.
O idealismo não tem amor.
A felicidade não tem certeza.
O sorriso não tem graça.
O olhar não tem musicalidade.
A natureza sequer tem vaidade.
A arte se embaça e se despedaça.
O sonho não tem poesia.
A sensibilidade fica cega.
A paixão não tem entrega.
Ao universo falta harmonia.
A lágrima não tem fluidez.
O desabafo não tem leveza.
A tristeza não tem limpidez.
A alegria some na correnteza.
A vida jamais seduz.
A rotina não tem surpresa.
A morte fica carente de luz.
O infinito perde sua grandeza.
O inferno não tem conserto.
O paraíso não tem endereço.
A solidão avança sem desfecho.
O coração se cansa, de rarefeito.
Nada tem consolo e sossego.
Nenhuma virtude tem espelho.
Tudo é descompasso e atropelo.
A alma adoece e envelhece cedo.
A utopia treme de medo.
O vício se enche de pecado.
O milagre se despe de segredo.
Eu nunca sinto Deus ao meu lado.
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem ao Dia da Mulher em 2007
Marcadores:
Movimento de Mulheres,
Poesias Especiais
POESIA ESPECIAL: Versos da Fome
VERSOS DA FOME
Que este Natal sintonize toda sua luz
Com a sabedoria e coerência de Jesus.
Que o Novo Ano reaqueça seus ideais
E os revitalize de amor, justiça e paz!
Os versos da fome insistem em ecoar
Mas multidões não conseguem captar
Seus protestos passivamente afinados
Pelas desigualdades de todos os lados.
Enquanto intenções ainda adormecem,
Seres vivos se levantam e se despedem
Sem arte da poesia de uma vida rimada
Pelas feridas de uma miséria sem saída.
Que a dor do mundo e suas carências
Despertem da inércia as consciências
E as convidem a refletir com urgência
Sobre as suas causas e conseqüências!
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem ao Natal/Reveillon de 2007
Que este Natal sintonize toda sua luz
Com a sabedoria e coerência de Jesus.
Que o Novo Ano reaqueça seus ideais
E os revitalize de amor, justiça e paz!
Os versos da fome insistem em ecoar
Mas multidões não conseguem captar
Seus protestos passivamente afinados
Pelas desigualdades de todos os lados.
Enquanto intenções ainda adormecem,
Seres vivos se levantam e se despedem
Sem arte da poesia de uma vida rimada
Pelas feridas de uma miséria sem saída.
Que a dor do mundo e suas carências
Despertem da inércia as consciências
E as convidem a refletir com urgência
Sobre as suas causas e conseqüências!
( POETA DO SOCIAL )
Em homenagem ao Natal/Reveillon de 2007
Marcadores:
Poesias Especiais
Assinar:
Postagens (Atom)